Fui uma Garota Safadinha que fez sexo com Papai Noel do Shopping

 

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Categorias: Contos eróticos - 4 Comentários

papai_noelNa minha cidade, nessa época do ao, existe a casinha do Papai Noel onde as crianças levam as cartinhas a ele. Hoje, fui dar uma volta com uma amiga, paramos em um barzinho, em frente a Casa do Papai Noel.

Fiquei observando as crianças, fazendo fila pra sentar no colo do Noel. Fantasiei naquele momento, e como de costume pensei que não poderia deixar passar. Disse a minha amiga que também iria sentar no colo do papai Noel. Fiquei na fila, sentindo os olhares dos pais das crianças, adorando a situação. Eu usava uma blusinha branca, colada no corpo, shortinho jeans, curto, que deixavam minhas pernas e o bumbum ainda mais em evidencia. Chegou minha vez, fui sentando no colo dele, me mexendo, praticamente rebolando pra me acomodar.

– Qual é o seu pedido, minha filha? – Ele perguntou passando os olhos pelas pessoas que ainda estavam na fila.

Eu levei minha boca até sua orelha, observando que a barba, os cabelos brancos, e a barriga fofinha eram reais.

– Eu fui uma menina muito má. Eu preciso ser castigada. Eu vou esperar toda essa gente ir embora. Eu preciso de uma punição drástica.

Eu respondi sussurrando, e voltado meus olhos aos dele, sorrindo delicadamente e deixando o lugar. Voltei pro barzinho, fiquei sentada em um ponto no qual pude observa-lo todo tempo, e puder notar, diga-se de passagem, sua inquietação olhando para os lados, aparentemente me procurando…

Todos foram embora, quando me levantei e fui até ele, que se levantava de seu trono.

– pensou que eu ia embora sem ser castigada?

Ele me olhou atônito, assustado.

– Papai Noel, não se nega nada a uma garota.

Ele parecia estar mudo, e vendo isso, fui entrando na casinha, pequena, bem decorada, observando tudo, mas principalmente se ele estava atrás de mim. Dei um giro pela casa, e parei na cozinha, de frente a um balcão, fui passando a mão por fora da calça vermelha, fazenda caricias. Mordi os lábios, olhei fixamente para ele.

– Sabe, eu me livrei da minha amiga, pra poder te dar uma carona hoje.

Ele veio até mim, me fez abaixar. Fiquei olhando para ele e toquei seu pênis, fazendo um movimento até poder observar que ele realmente estava excitado.

– Olha só, Noel… Safadinho!

Ele me puxou pelo braço, me levou até o quarto, bem pequeno, com a cama pequena, decorado basicamente em branco, verde, vermelho e dourado. Ele me jogou na cama.

– olha só ele é apressado.

Fiquei estirada na cama, observando aquele homem, gordo, barbudo, de cabelos brancos, toca e roupa vermelhas tirando o cinto e me olhando feito um lobo que iria devorar sua presa. Quando ele finalmente fala:

– eu sou um chupador de bucetas.

Eu abaixei meus shorts, fiquei de calcinha. Ele se sentou na beirada da cama e ficou acariciando-me por cima da calcinha enquanto se masturbava, já sem as calças, sem cueca. Somente com a parte de cima da fantasia.

– Papai Noel, não tira a toca. – Eu pedi enquanto segurava sua cabeça indo em direção a minha calcinha, e ele passava a língua, fazendo um vai e vem, me fazendo me retorcer. Comecei a ofegar, gemer ao sentir que ele me empurrava à calcinha pro lado e lambia enfim, meu clitóris. ele chupou, delicadamente e bruscamente ao mesmo tempo. Sugou de um jeito que eu mal sei explicar.

Só sei que gemia, gemia. Eu me sentei na cama, ele frente a mim. Comecei a masturba-lo olhando naqueles olhos, azuis e pequenos. Sugava e mamava a cabecinha quando ele tirou a rola de minha boca, deu um tapinha com ela em meu rosto e me jogou novamente a cama. Veio por cima, penetrando, fazendo certa força. A cabeça de seu pênis era deliciosamente grossa.

Todo dentro, e ele cravou! Foi metendo em um ritmo gostoso, enquanto ofegava. Colocou-me sentadinha, sentadinha no colo do bom velhinho. Com a diferença de que seu pênis entrava dentro da minha buceta, me possuindo, me rasgando. Tive um orgasmo, melando seu pênis todinho. Então sai de cima, me ajoelhei e voltei a masturba-lo. Masturbar e chupar, colocando seu pênis todo dentro da boca, até quase engasgar. Voltando pra cabecinha e me deliciando, mamando.

Desesperadamente chupando, até que prendo a ponta da língua na cabecinha. Dou um beijo e… Um jato de porra escorre meus lábios. Passo a língua para aproveitar todo seu leite. Fiquei olhando pra ele, recapitulando tudo que aconteceu. Eu só sei de uma coisa: eu quero um presente desses em todos os finais de ano!

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